Candidatura: POCI-03-3560-FSE-000502
Objetivo: Reforçar a competitividade das pequenas e médias empresas
Região de Intervenção: Centro
Entidade Promotora: NERGA - Núcleo Empresarial da Região da Guarda-Associação Empresarial
 
Data de aprovação: 06-09-2019
Data de Início: 26-02-2020
Data de Fim: 03-09-2021
 
Custo total elegível: 381 111,97 Euros
Apoio financeiro da União Europeia - FSE: 343 000,77 Euros
 
 
O NERGA - Associação Empresarial da Região da Guarda, em parceria com a AIP-  AIP/CE - Associação Industrial Portuguesa/Confederação Empresarial, vai desenvolver até 2018, diversas ações de formação-ação que vão permitir às empresas da região beneficiar de ações de formação e consultoria empresarial (para empresários/as e trabalhadores/as).
 
OBJETIVO
 
O Programa de Formação-Ação tem como objetivo intensificar a formação dos empresários/as e gestores/as para a reorganização e melhoria das capacidades de gestão, assim como dos/as trabalhadores/as das empresas apoiadas em temáticas associadas à inovação e à mudança.
 
RESULTADOS A ALCANÇAR
 
Aumentar as capacidades de gestão das empresas para encetar processos de mudança e inovação;
Aumentar a qualificação específica dos/as trabalhadores/as em domínios relevantes para a estratégia de inovação, internacionalização e modernização das empresas.
 
METODOLOGIA
 
Mobilização em alternância das vertentes da formação (em sala) e da consultoria (on the job).
 
DESTINATÁRIOS/AS
 
Micro, Pequenas e Médias Empresas, pertencentes às seguintes CAE - Classificações das Atividades Económicas - Revisão 3:
 
Secção A à J, com exceção da Divisão 01 e da Divisão 60;
Secção L à S, com exceção da Divisão 90 e da Divisão 94.
 
DURAÇÃO DA INTERVENÇÃO, NÚMERO DE FORMANDOS E CUSTOS

 

 
TIPOLOGIA
 
A componente da consultoria desenvolve-se, de acordo com a disponibilidade da empresa, nas suas instalações ou noutras que sejam mais favoráveis à intervenção. 
 
Para as microempresas a componente da formação teórica funcionará em regime interempresas, com uma média de 2 formandos/as por empresa. A consultoria terá uma distribuição de 14 horas para o diagnóstico e definição do plano de ação; de 84 horas para a implementação do plano de ação e de 7 horas para avaliação dos resultados. 
 
Para as pequenas empresas a componente da formação teórica será ministrada em ambiente intraempresa com uma média de 8 formandos/as e uma carga de 25 horas. Em ambiente interempresa com um máximo de 3 formandos/as selecionados/as a partir da formação intra uma carga de 75 horas. A componente de consultoria, terá uma distribuição de 21 horas para o diagnóstico e definição do plano de ação, de 98 horas para a implementação do plano de ação e de 7 horas para avaliação dos resultados. 
 
MODELO DE INTERVENÇÃO
 
Baseado no ciclo PDCA (Plan - Do - Check - Act), o modelo respeita a ordenação lógica destas etapas e garante a constante monitorização do processo:
 
Diagnóstico e Definição do Plano de Ação 
 
Recorrendo à atividade de consultoria é efetuado um levantamento da situação da empresa e feita uma avaliação das práticas correntes associadas à área de intervenção do projeto. Em paralelo, é efetuado um diagnóstico formativo onde são identificadas as necessidades de formação em função da caracterização dos seus recursos humanos em termos de qualificações/níveis habilitacionais/competências detidas. Com base nas informações recolhidas é elaborado o Plano de Ação onde são identificados os objetivos a alcançar e definidas as medidas de formação e de consultoria (alinhadas com a área de intervenção) necessárias à concretização do projeto no horizonte temporal definido e de acordo com a estratégia da empresa.
 
Implementação do Plano de Ação
 
São constituídas as equipas de trabalho que, em conjunto com os/as consultores/as, implementarão as medidas definidas no Plano de Ação definido no Diagnóstico. São constituídos os grupos de formação e ministradas as ações formativas definidas no plano.
 
Avaliação de Resultados/ Melhorias Implementadas
 
São definidos momentos de regulação da execução (avaliações intercalares), para acompanhar e controlar o grau de implementação do projeto. No final do projeto, é feito um balanço do progresso/análise evolutiva da empresa em função do grau de alcance dos objetivos traçados e dos resultados efetivamente alcançados. Os resultados obtidos serão disseminados, permitindo assim uma experiência de partilha entre empresas e impulsionando e motivando a implementação de boas práticas.
 
ÁREAS TEMÁTICAS A ABRANGER
 
Organização e Gestão
 
Qualificar PME para reforçar a sua competitividade e capacidade de resposta no mercado global. Concretizar práticas de melhoria organizacional, por via da aplicação de novos métodos organizacionais no negócio ou na organização do local de trabalho (layout).
Aplicar métodos de gestão adequados ao contexto global, com enfoque nas áreas da estratégia, produção, logística, marketing e vendas, e recursos humanos (encontra-se excluída da temática a área financeira);
 
Capitalizar: Otimização de Recursos Financeiros
 
Dotar as PME de conhecimentos de natureza económico-financeira e de ferramentas e práticas de gestão que lhes permitam avaliar o desempenho da sua empresa e tomar decisões que garantam a sustentabilidade económica e financeira da empresa no longo prazo.
 
Economia Digital
 
Incluir as tecnologias digitais no quotidiano das empresas; Implementar níveis acrescidos de conetividade em toda a cadeia de valor da empresa, com o objetivo de as capacitar para uma adequada resposta à crescente individualização da procura e dos mercados; Reforçar o posicionamento e notoriedade das empresas à escala global (Universo web).
 
REQUISITOS DE ELEGIBILIDADE DAS EMPRESAS
 
  • Ter a situação regularizada face à Segurança Social;
  • Ter a situação regularizada face à Administração Fiscal;
  • Ter o estatuto de PME na aceção da Recomendação nº 2003/361/CE, da Comissão Europeia, de 6 de maio, relativa à definição de micro, pequena e média empresa;
  • Ter a situação regularizada face as entidades pagadoras dos incentivos;
  • Não ser uma empresa em dificuldade, de acordo com a definição prevista no artigo 2.º do Regulamento (UE) n.º 651/2014;
  • Dispor de contabilidade organizada nos termos da legislação aplicável;
  • Declarar que não se trata de uma empresa sujeita a uma injunção de recuperação, ainda pendente, na sequência de uma decisão anterior da Comissão que declara um auxílio ilegal e incompatível com o mercado interno, conforme previsto na alínea a) do n.º 4 do artigo 1º do Regulamento (UE) n.º 651/2014, de 16 de junho;
  • Declarar não ter salários em atraso.
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
 
Ana Martins
NERGA - Associação Empresarial da Região da Guarda
Telefone: 271205420
Email: ana.nerga@nerga.pt
 
 
 

 

 
 
 

Voltar