O NERGA - Associação Empresarial da Região da Guarda, em parceria com a AIP-  AIP/CE - Associação Industrial Portuguesa/Confederação Empresarial, vai desenvolver até 2018, diversas ações de formação-ação que vão permitir às empresas da região beneficiar de ações de formação e consultoria empresarial (para empresários/as e trabalhadores/as).
 
OBJETIVO
 
O Programa de Formação-Ação tem como objetivo intensificar a formação dos empresários/as e gestores/as para a reorganização e melhoria das capacidades de gestão, assim como dos/as trabalhadores/as das empresas apoiadas em temáticas associadas à inovação e à mudança.
 
RESULTADOS A ALCANÇAR
 
Aumentar as capacidades de gestão das empresas para encetar processos de mudança e inovação;
Aumentar a qualificação específica dos/as trabalhadores/as em domínios relevantes para a estratégia de inovação, internacionalização e modernização das empresas.
 
METODOLOGIA
 
Mobilização em alternância das vertentes da formação (em sala) e da consultoria (on the job).
 
DESTINATÁRIOS/AS
 
Micro, Pequenas e Médias Empresas, pertencentes às seguintes CAE - Classificações das Atividades Económicas - Revisão 3:
 
Secção A à J, com exceção da Divisão 01 e da Divisão 60;
Secção L à S, com exceção da Divisão 90 e da Divisão 94.
 
DURAÇÃO DA INTERVENÇÃO, NÚMERO DE FORMANDOS E CUSTOS

 

 
TIPOLOGIA
 
A componente da consultoria desenvolve-se, de acordo com a disponibilidade da empresa, nas suas instalações ou noutras que sejam mais favoráveis à intervenção. 
 
Para as microempresas a componente da formação teórica funcionará em regime interempresas, com uma média de 2 formandos/as por empresa. A consultoria terá uma distribuição de 14 horas para o diagnóstico e definição do plano de ação; de 84 horas para a implementação do plano de ação e de 7 horas para avaliação dos resultados. 
 
Para as pequenas empresas a componente da formação teórica será ministrada em ambiente intraempresa com uma média de 8 formandos/as e uma carga de 25 horas. Em ambiente interempresa com um máximo de 3 formandos/as selecionados/as a partir da formação intra uma carga de 75 horas. A componente de consultoria, terá uma distribuição de 21 horas para o diagnóstico e definição do plano de ação, de 98 horas para a implementação do plano de ação e de 7 horas para avaliação dos resultados. 
 
MODELO DE INTERVENÇÃO
 
Baseado no ciclo PDCA (Plan - Do - Check - Act), o modelo respeita a ordenação lógica destas etapas e garante a constante monitorização do processo:
 
Diagnóstico e Definição do Plano de Ação 
 
Recorrendo à atividade de consultoria é efetuado um levantamento da situação da empresa e feita uma avaliação das práticas correntes associadas à área de intervenção do projeto. Em paralelo, é efetuado um diagnóstico formativo onde são identificadas as necessidades de formação em função da caracterização dos seus recursos humanos em termos de qualificações/níveis habilitacionais/competências detidas. Com base nas informações recolhidas é elaborado o Plano de Ação onde são identificados os objetivos a alcançar e definidas as medidas de formação e de consultoria (alinhadas com a área de intervenção) necessárias à concretização do projeto no horizonte temporal definido e de acordo com a estratégia da empresa.
 
Implementação do Plano de Ação
 
São constituídas as equipas de trabalho que, em conjunto com os/as consultores/as, implementarão as medidas definidas no Plano de Ação definido no Diagnóstico. São constituídos os grupos de formação e ministradas as ações formativas definidas no plano.
 
Avaliação de Resultados/ Melhorias Implementadas
 
São definidos momentos de regulação da execução (avaliações intercalares), para acompanhar e controlar o grau de implementação do projeto. No final do projeto, é feito um balanço do progresso/análise evolutiva da empresa em função do grau de alcance dos objetivos traçados e dos resultados efetivamente alcançados. Os resultados obtidos serão disseminados, permitindo assim uma experiência de partilha entre empresas e impulsionando e motivando a implementação de boas práticas.
 
ÁREAS TEMÁTICAS A ABRANGER
 
Organização e Gestão
 
Objetivo geral:
 
  • Qualificar as PME’s para reforçar a sua competitividade e capacidade de resposta no mercado global. 
 
Linhas orientadoras: 
 
Pretende-se que as empresas:
 
  • Introduzam novos métodos ou novas filosofias de organização do trabalho, adequados às caraterísticas e necessidades dos mercados;
  • Reforcem as suas capacidades de gestão, nas áreas: Finanças, Estratégia, Produção e Logística, Marketing/Vendas, Recursos Humanos;
  • Desenvolvam projetos de melhoria, com recurso a redesenho e melhorias de layout, ferramentas de diagnóstico e planeamento;•Identifiquem oportunidades e riscos para o negócio;
  • Melhorem as capacidades de desenvolvimento e distribuição de produtos, processos e serviços;
  • Implementem ferramentas e sistemas de melhoria contínua;
  • Participem em ações de benchmarking.
 
Internacionalização 
 
Objetivo geral:
  • Apoiar e capacitar as empresas para o processo de exportação;
  • Desenvolver e aplicar novos modelos empresariais para a internacionalização.
Linhas orientadoras: 
 
Pretende-se que as empresas:
  • Obtenham conhecimentos de oportunidades de negócios em mercados externos;
  • Organizem as suas práticas de gestão e comerciais, a fim de propiciar a prospeção e presença em mercados internacionais;
  • Adquiram conhecimentos de marketing internacional;
  • Conheçam instrumentos de gestão específicos para a internacionalização.
 
REQUISITOS DE ELEGIBILIDADE DAS EMPRESAS
 
  • Ter a situação regularizada face à Segurança Social;
  • Ter a situação regularizada face à Administração Fiscal;
  • Ter o estatuto de PME na aceção da Recomendação nº 2003/361/CE, da Comissão Europeia, de 6 de maio, relativa à definição de micro, pequena e média empresa;
  • Ter a situação regularizada face as entidades pagadoras dos incentivos;
  • Não ser uma empresa em dificuldade, de acordo com a definição prevista no artigo 2.º do Regulamento (UE) n.º 651/2014;
  • Dispor de contabilidade organizada nos termos da legislação aplicável;
  • Declarar que não se trata de uma empresa sujeita a uma injunção de recuperação, ainda pendente, na sequência de uma decisão anterior da Comissão que declara um auxílio ilegal e incompatível com o mercado interno, conforme previsto na alínea a) do n.º 4 do artigo 1º do Regulamento (UE) n.º 651/2014, de 16 de junho;
  • Declarar não ter salários em atraso.
INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
 
Sara Leal
NERGA - Associação Empresarial da Região da Guarda
Telefone: 271205420
Email: sara.nerga@nerga.pt
 

 

 
 
 

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