Saldos vão ser controlados. Novo decreto-lei vai regular falsas promoções

Depois da polémica com os preços praticados pelas grandes superfícies comerciais nos saldos da Black Friday, o Conselho de Ministros aprovou um decreto-lei no âmbito do programa Simplex+, nesta quinta-feira, 13 de junho.Este novo decreto-lei implica que “um produto vendido em saldo ou promoção, não pode ter um preço mais alto do que o valor a que foi comercializado durante os 90 dias anteriores”.

Este novo decreto-lei implica que “um produto vendido em saldo ou promoção, não pode ter um preço mais alto do que o valor a que foi comercializado durante os 90 dias anteriores”, explica o Executivo em comunicado. Ainda assim, esta aplicação não inclui os períodos de redução de preço.
 
Esta medida vai permitir “uma maior transparência nas relações entre os consumidores e as empresas”, que é muitas vezes crítica pelos consumidores. Assim, esta atualização do Simplex+ vai permitir que o consumidor compare preços e avalie o desconto praticado, que será indicado com “o montante da sua poupança e o custo benefício da sua decisão de aquisição”.
 
De acordo com a medida agora aprovada foi ainda determinado que “a comunicação obrigatória do período de saldos ou liquidações” ficou entregue à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), mas que esta apenas será realizada através da plataforma e.Portugal.
 
Após surgir a polémica das promoções da Black Friday, a Deco criou uma ferramenta para os consumidores perceberem a evolução dos preços dos produtos que querem adquirir.
 
No Comparar Preços da Deco, os utilizadores podem colocar o link do produto em questão, ou indicar a loja e depois o produto. Assim, o resultado pode surgir em três significados: verde, caso o negócio seja bom; amarelo, quando existe pouca diferença nos preços; vermelho, quando a compra é desaconselhada.
 

Fonte: Jornal Económico

 
 
 

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